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ABR. 29, 2019

Bolsa Brasileira de Mercadorias faz apresentação na Amipa

Teve início na última semana, a primeira edição do roadshow junto às estaduais da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).  No primeiro encontro, que aconteceu em Uberlância (MG) na sede da Associação Mineira de Produtores de Algodão (Amipa), a Bolsa Brasileira de Mercadorias falou sobre a sua atuação no mercado do algodão e do amparo da Câmara Arbitral nas negociações deste mercado. Ao longo de sua atuação em mais de 10 anos, a Câmara Arbitral da BBM solucionou 100% dos casos apresentados, sem necessidade de recorrer à justiça comum.

 

A gerente jurídica da Bolsa, Cíntia Nogueira, abordou em uma palestra as vantagens da arbitragem e como este órgão é eficaz nas contratações, dando ênfase à expertise da Câmara no agronegócio e no mercado algodoeiro. “Mostrei como é a execução das sentenças arbitrais proferidas dentro do país e as sentenças arbitrais estrangeiras, esclarecendo que as sentenças arbitrais estrangeiras dependem de homologação junto ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) para execução no Brasil, o que leva muitos anos”, esclareceu a advogada.  

 

 

Apresentação da gerente jurídica da Bolsa, Cíntia Nogueira

 

No segmento do algodão, as mais de 40 corretoras da Bolsa que operam neste mercado (de um total de 130), são responsáveis por comercializar aproximadamente 60% do produto brasileiro, atuando também em outras frentes na cadeia algodoeira utilizando o indicador de preços da Bolsa que é referência no mercado. Um dos serviços da Bolsa para o setor é o Sistema de Informaões de Negócios com Algodão em Pluma (Sinap), por meio do qual, são apresentados relatórios estatísticos online sobre a comercialização do algodão em pluma no Brasil.

 

 

A Bolsa também é parceira e apoiadora da campanha Sou de Algodão da Abrapa na busca por incentivar o uso do produto por parte da indústria e dos consumidores. Além disso, a entidade oferece um órgão consultivo de apoio para decisões do setor, intitulado como Junta de Corretores de Algodão e ainda fornece ao mercado a tabela de ágios e deságios. A BBM também criou a Câmara Consultiva do Algodão, que tem a participação de membros da Abrapa, Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), com a finalidade de discutir as necessidades de mercado para aprimorar ferramentas de negociação.

 

 

Outras duas importantes representatividades da Bolsa neste mercado incluem a sua participação como membro efetivo da Câmara Setorial do Algodão e Derivados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e associação à CICCA - Committee for International Cooperation Between Cotton Associations -, com sede em Liverpool-UK. A CICCA é uma entidade de regulação do mercado algodoeiro dos países produtores de algodão.  
Por último, a Bolsa Brasileira de Mercadorias, como responsável pela regulação deste mercado no Brasil, pleiteia como observadora da montagem da caixa padrão universal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

 

 

A apresentação em Uberlândia teve como público-alvo os produtores mineiros de algodão e também contou com a presença de corretores associados. Também representaram a Bolsa no evento, o presidente do Conselho Administrativo da BBM, João Paulo Lefèvre, o diretor-geral, Cesar Costa, e o presidente da Junta dos Corretores de Algodão, Rodrigo Santiago. A próxima edição do roadshow ainda não tem data definida.  

 

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