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Sistemas

A Bolsa Brasileira de Mercadorias foi concebida para ser a bolsa do agronegócio brasileiro, por ser um elo importante entre a agricultura, o comércio, a indústria, o sistema financeiro e o governo.

Para desempenhar o seu papel, a Bolsa se vale de diversos sistemas eletrônicos, destacando-se dentre eles os sistemas destinados aos leilões eletrônicos, que ganham a cada dia importância crescente no escoamento e comercialização da produção agropecuária brasileira. Negociar bois pela internet, registrar contratos de compra e venda de produtos agropecuários com adesão ao Juízo Arbitral, fazer cadastro de algodão em pluma e realizar leilões eletrônicos de produtos físicos, se traduzem em uma mudança de cultura do setor.

Promover esta mudança em escala é o maior desafio da Bolsa Brasileira de Mercadorias, instituição sem fins lucrativos, liderada pela BM&FBOVESPA. A Bolsa também apóia a implementação da Política de Garantia de Preços Mínimos do Governo Federal, executada pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB). Além do mercado agropecuário, a Bolsa Brasileira de Mercadorias oferece sistemas destinados à realização de licitações públicas e compras privadas, assim como à realização de leilões promovidos pelos setores público e privado.

A Bolsa Brasileira de Mercadorias disponibiliza para o mercado um moderno sistema eletrônico de negociação com dois ambientes de ofertas: o Pregão por Prazo Determinado e o Pregão Dinâmico, idealizado para receber ofertas de compra ou venda de produtos agropecuários e de títulos garantidos por instituições financeiras ou seguradoras.

O Pregão por Prazo Determinado, como diz o nome, é para ofertas com prazo ou tempo estabelecido pelo ofertante. Encerrado o prazo, o negócio é considerado fechado, ganhando-o participante que oferecer, em geral, o menor preço.

Já o Pregão Dinâmico obedece aos princípios gerais do pregão por prazo determinado, exceto quanto ao pronto fechamento do negócio, que se dá, no exato momento quem um participante oferece um lance igual ao preço ofertado. 

Os sistemas permitem aos operadores negociar produtos nos mercados da Bolsa Brasileira de Mercadorias via internet e em ambiente altamente seguro.

  • Leilões da Conab

A Bolsa Brasileira de Mercadorias tem contrato com Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) para realizar leilões dos produtos dos estoques governamentais e dos instrumentos de apoio à comercialização, definidos pelo Governo Federal.

A Bolsa, que tem sede administrativa em São Paulo, conta com oito Centrais Regionais de Operações (Uberlândia e Belo Horizonte em Minas Gerais), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Campo Grande (MS), Goiânia (GO), São Paulo (SP), Fortaleza (CE), além dos escritórios do Rio de Janeiro e de Brasília, que estão preparados para operar os leilões públicos com estrutura de atendimento às corretoras de mercadorias e ao público em geral.

  • Pregão Eletrônico - Licitações públicas e de compras privadas

Na área de prestação de serviços para o setor público, a Bolsa Brasileira de Mercadorias desenvolveu o sistema de licitação – modalidade pregão, para aquisições de bens e serviços comuns pela União, Estados e Municípios, de acordo com a Lei 10.520, de 17 de julho de 2002. Caso a prestação de serviços seja para o setor privado, oferece o sistema de compras – modalidade pregão, também para aquisições de bens e serviços.

Leia mais sobre a Bolsa Brasileira de Mercadorias na matéria na Síntese Agropecuária.



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